Document Agents
Compreendem documentos com compreensão linguística real. Reconhecimento de tipo, conteúdo e contexto – não correspondência de templates. Cada extração verificada pelo Decision Layer.
Document Agents em detalheNa sua infraestrutura. Sob seu controle.
Quem quer ganhar Itaú Unibanco, Bradesco, Santander Brasil, Natura &Co ou Ambev como cliente não consegue fazer isso a partir de Hamburgo. A Avenida Paulista, a Faria Lima e os Pinheiros são microcosmos regulatórios próprios, com processos de compliance próprios, culturas próprias de proteção de dados e expectativas próprias sobre a proximidade do fornecedor. Isso vale para os clusters bancários ao redor do Cubo Itaú tanto quanto para o universo de bens de consumo de JBS, BTG Pactual e XP Inc. Por isso a Gosign mantém escritório próprio em São Paulo - com gerentes de projeto locais que sentam-se diretamente nas discussões com Compliance Officers, Encarregados de Dados (DPO) e representantes do sindicato.
A primeira é a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados, Lei 13.709/2018), fiscalizada pela ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados, sediada em Brasília mas com forte presença operacional em SP). Ela exige base legal, finalidade clara e Encarregado (DPO) - mas não é idêntica ao GDPR europeu. Quem trabalha em Pinheiros com dados pessoais precisa observar especificamente os artigos 7 e 11 da LGPD (dados sensíveis, dados de saúde e financeiros) - inclusive Audit Trail completo. (PT: para operações em Portugal o equivalente é o RGPD fiscalizado pela CNPD.)
A segunda é a Resolução BACEN 4893 que define os requisitos de ciber-resiliência para instituições financeiras reguladas e funciona, na prática, como o equivalente brasileiro do DORA europeu. Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander Brasil e as fintechs (Nubank, Stone, PagSeguro, XP Inc.) precisam documentar cada intervenção algorítmica em decisões de crédito, scoring de fraude ou prevenção à lavagem - não apenas no momento da auditoria, mas em produção, ao vivo. Adicionam-se as exigências da CVM para empresas de capital aberto e da SUSEP para o setor segurador.
A terceira é o PL 2338/2023, projeto de lei brasileiro sobre IA atualmente em tramitação no Congresso, vagamente inspirado no EU AI Act mas distinto em vários pontos. Em 2026 ele ainda não está em vigor, mas é esperado para os próximos dois anos. Quem constrói hoje precisa desenhar a arquitetura de modo que classificação de alto risco, supervisão humana e obrigações de transparência possam ser ativadas posteriormente. Cert-Ready by Design em vez de Cert-Retrofit. Importante: o EU AI Act NÃO se aplica diretamente ao Brasil - apenas filiais de grupos europeus que processam dados de cidadãos da UE precisam observá-lo.
KYC bancário e screening AML em Itaú/Bradesco/Santander Brasil: Document Agents leem CPF, CNPJ, comprovante de residência e listas externas de sanções. O Decision Layer marca acertos de alto risco (PEPs, sanções) e os encaminha ao Compliance Officer com justificativa, score de confiança e Audit Trail completo. Auditorias do BACEN e do Coaf deixam de ser projetos de uma semana e viram clique de botão.
Compliance de cadeia de suprimentos na Natura &Co e na JBS: Workflow Agents monitoram certificados de fornecedores (FSC, Rainforest Alliance, GRSB para carne bovina), cruzam-nos com listas do IBAMA e alertam sobre irregularidades. Em JBS e Marfrig a pergunta “esta fazenda fornece de área de desmatamento?” é hoje tão crítica para a sobrevivência quanto o reporting ESG é para a Natura.
Compliance de investimentos na XP Inc. e BTG Pactual: Document Agents verificam contratos de investimento, perfis de risco e obrigações de informe à CVM. O Decision Layer escala automaticamente para Compliance qualquer violação dos requisitos de Suitability - com Human-in-the-Loop em cada passo regulatoriamente relevante. Em bancos de investimento, a profundidade de auditoria por trade não é um “nice to have”, é pré-condição para qualquer processo na CVM.
Detecção de fraude em Nubank, Stone e PagSeguro: O Brasil tem a maior adoção do Pix do mundo (mais de 90% da população), e com isso uma paisagem própria de fraude. Workflow Agents monitoram padrões de transação em tempo real, comparam com perfis comportamentais e escalam ocorrências suspeitas ao time de Anti-Fraud com score de confiança e dossiê de justificativa. O Audit Trail atende tanto às obrigações de comunicação ao Coaf quanto aos padrões de segurança do BACEN.
Mantemos escritório em São Paulo com gerentes de projeto locais - não é um “sales office”, é presença operacional real. Concretamente: os Discovery Workshops acontecem presencialmente, não em Zoom de Europa. As revisões de compliance com seu DPO e o jurídico acontecem pessoalmente em Faria Lima ou Pinheiros. As consultas ao sindicato ou à CRE (Comissão de Representantes dos Empregados; PT: Comissão de Trabalhadores), quando os HR Agents tomam decisões com efeito trabalhista, são conduzidas em conjunto com seus advogados trabalhistas.
A implementação técnica acontece remotamente entre nossos times em Hamburgo e São Paulo - 4 horas de fuso, stand-ups conjuntos no início da manhã hora SP. Após o Go-Live o escritório de SP segue como ponto operacional, incluindo hotline de escalação em português brasileiro e interlocutores que conhecem CLT, acordos coletivos (CCT/ACT) e a realidade de auditorias trabalhistas - não apenas pelo PDF traduzido. A pergunta que dirigentes de compliance brasileiros fazem primeiro não é “vocês conseguem tecnicamente?”, é “vocês estarão aqui quando a ANPD ou o auditor ligar?”. A resposta honesta é sim, porque nossos gerentes de projeto moram, trabalham e vivem em São Paulo. O eixo lusófono São Paulo - Lisboa permite ainda atender grupos brasileiros com operações em Portugal de forma coordenada, com mesma equipe e mesma arquitetura de Decision Layer.
São Paulo é o único ponto da América Latina onde compliance bancário, cadeias de suprimentos de bens de consumo, inovação fintech e operações industriais convivem em uma só cidade. Quem aqui constrói um agente produtivo de KYC, AML ou ESG, em 18 meses tem o blueprint pronto para Cidade do México, Bogotá, Santiago ou Buenos Aires. Os clusters - Cubo Itaú, ACE Startups, o corredor de tecnologia Pinheiros - Vila Olímpia - garantem acesso a talento, investidores e programas piloto regulatórios. A arquitetura Governance by Design da Gosign conecta isso à profundidade de auditoria europeia: um modelo que funciona em São Paulo com LGPD e BACEN é compatível com operações sob LGPD/RGPD em Lisboa, Madri ou Hamburgo. Mais no panorama Brasil ou em serviços AI Agents.
Não pela tecnologia – mas pela falta de governance. Sem regras claras definindo quem toma qual decisão, cada AI Agent permanece um projeto piloto.
Por isso construímos cada agente exclusivamente com Decision Layer. Ele decompõe cada processo empresarial em etapas de decisão individuais e define para cada etapa: pessoa, motor de regras ou IA. Nenhum agente entra em produção sem essa camada.
Compreendem documentos com compreensão linguística real. Reconhecimento de tipo, conteúdo e contexto – não correspondência de templates. Cada extração verificada pelo Decision Layer.
Document Agents em detalheCoordenam processos empresariais em múltiplos sistemas e pontos de decisão. Um agente, orquestração completa. Cada passo na trilha de auditoria.
HR AI AgentsRespondem perguntas a partir do conhecimento da empresa – com referência de fonte, versão da regra e data de validade. Sem fonte verificada, sem resposta.
Knowledge Agents em detalheAuditável. Conforme. Enterprise-grade.
Human-in-the-Loop forçado arquitetonicamente – não opcional
Trilha de auditoria completa para cada decisão do agente
LGPD-compliant by design – todos os dados na sua infraestrutura (PT: RGPD)
Compatível com legislação trabalhista (CLT; PT: Código do Trabalho)
Preparado para PL 2338/2023 – transparência, explicabilidade, supervisão humana
Agnóstico de modelo – sem vendor lock-in, código-fonte próprio
1 semana
Análise de processos, compreensão de regras, priorização de use cases.
3–4 semanas
PoC produtivo. Um agente, um processo, live na sua infraestrutura.
Contínuo
Mais agentes, mais processos. Mesmo governance, mesma auditabilidade.
Após 12–18 meses, você opera seus agents de forma independente. Código-fonte, prompts e regras são seus.
Análises e perspectivas sobre enterprise AI, governance e arquitetura de agentes.
Projetos de IA não fracassam por tecnologia, mas pela falta de regras. Por que o modelo operacional importa mais que o modelo de linguagem.
O EU AI Act classifica processos de RH como alto risco. Bias Monitoring, Human Oversight, transparência e documentação são obrigatórios.
Agent Governance não é tema de TI. RH decide regras, definição de bias, limiares de escalação. O CHRO deve liderar, não delegar.
“Even as a global market leader, you want to keep moving forward. It is reassuring to have the technological expertise and infrastructure experience of Gosign on our side.”
Head of Innovation, Sony Music Entertainment
“Gosign is not just about speed. It's about how much essential work happens in this time.”
Head of Customer Service & Technical Support, Libri GmbH
Sim. Temos escritório em São Paulo com gerentes de projeto locais para atendimento presencial e acompanhamento de projetos em todo o Brasil.
LGPD-compliant by design. Todos os dados permanecem na sua infraestrutura. Sem transferência de dados para terceiros. (PT: para operações em Portugal, RGPD é atendido nativamente.)
Sim. Nossos agents são configuráveis para CLT, acordos coletivos (CCT/ACT; PT: contratos coletivos) e regulamentações setoriais. A interação com representantes dos trabalhadores (sindicato/CRE; PT: Comissão de Trabalhadores) é arquitetonicamente integrada no Decision Layer.
Sim. Nossa arquitetura escala de empresas a partir de aproximadamente 200 colaboradores até grandes corporações. O início é sempre o mesmo: um processo, um agente, produtivo.
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