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EU AI Act: Risco baixo

Agente Provisão Equipamento

Provisiona o equipamento de TI do colaborador - notebook, monitor, cadeira ergonômica - com EPI conforme a NR-6, ergonomia da NR-17 e acessibilidade para PCD, em vez de uma planilha entre RH, TI e Compras.

Provisão de equipamento IT onboarding/offboarding: CLT art. 157, NR-6 EPI, NR-17 Ergonomia e LBI Lei 13.146/2015 - pipeline completa com Microsoft Intune MDM e Asset Tracking.

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Uma seleção de mais de 5.000 projetos em 25 anos de desenvolvimento de software

Airbus Volkswagen Shell Renault Evonik Vattenfall Philips KPMG

O provisionamento de equipamento em uma pipeline auditável, com EPI, ergonomia e acessibilidade desde o primeiro dia.

O agente provisiona o equipamento de TI de forma determinística: classifica o gatilho no ciclo de vida, define o perfil por função e localidade com a ergonomia da NR-17 e a cota PCD, valida a acessibilidade da LBI, verifica o estoque e faz a due diligence do fornecedor. Confere o EPI com Certificado de Aprovação do MTE, executa a provisão zero-touch por MDM com cibersegurança, trata o monitoramento sob a LGPD, gera o termo de entrega assinado por ICP-Brasil e sincroniza com o eSocial - sem IA generativa em decisões sobre o emprego.

Resultado: Boa parte das admissões chega hoje sem notebook no primeiro dia. O risco de sanção cai com o RIPD/DPIA, a base legal específica e a consulta ao DPO. As sanções, porém, se acumulam entre os órgãos: ANPD limitada a R$ 50 milhões por infração, multa do MTE pela NR-6 e pela NR-17, ação do MPT por equipamento defeituoso e a responsabilidade objetiva do empregador pela Súmula TST 47. A cobertura completa expõe falhas de EPI, ergonomia e acessibilidade que, na planilha, só aparecem na fiscalização ou no acidente.

86% Motor de regras
7% Agente IA
7% Humano

O agente decompõe a provisão de equipamento em decisões determinísticas, indicadores assistidos por modelo e uma confirmação humana - cada um com a base legal, a trilha de auditoria do sistema de origem e o caminho de contestação do empregado, do sindicato e da CIPA.

Boa parte das novas admissões chega sem notebook no primeiro dia - e o provisionamento sem regras expõe a empresa a sanções somadas de MTE, ANPD e MPT.

O provisionamento de equipamento de TI no Brasil cruza, ao mesmo tempo, vários regimes legais. A CLT obriga o empregador a cumprir as NRs e a fazer o exame médico admissional (arts. 157 e 168). A NR-6 trata o equipamento de uso prolongado como EPI, com Certificado de Aprovação do MTE obrigatório quando há risco de LER/DORT, e a NR-17 fixa a ergonomia do posto - mobiliário regulável, monitor na altura, apoios. A LGPD trata como sensíveis os dados de saúde e a biometria (art. 11), dá direito à revisão das decisões automatizadas do MDM, como o apagamento remoto (art. 22), e exige RIPD/DPIA. A assinatura ICP-Brasil (Lei 14.063/2020) garante os termos. A LBI obriga o equipamento adaptativo e respeita a cota PCD, e a Lei 13.467/2017 responsabiliza o empregador pelo equipamento no home office. Na prática, qualquer provisionamento, em uma empresa listada na B3 ou de porte médio, pode ativar várias obrigações de compliance de uma vez.

As sanções se somam entre os órgãos e podem ameaçar a continuidade da empresa

O risco não vem de um único órgão, mas da soma deles. A ANPD pode aplicar sanção de até 2% do faturamento, limitada a R$ 50 milhões por infração, pelo monitoramento do MDM sem RIPD/DPIA, pela decisão automatizada sem direito à revisão ou pelo tratamento de dados sensíveis. O MTE autua por infrações às NRs - EPI e ergonomia -, com a multa dobrada em reincidência. O MPT pode mover ação civil pública por equipamento defeituoso. A LBI prevê multa pela inacessibilidade do equipamento. A CGU, sob a Lei 12.846/2013, pode chegar a 20% do faturamento e à suspensão das atividades. Em acidente com equipamento defeituoso, a Súmula TST 47 atribui responsabilidade objetiva ao empregador. E o descarte irregular gera multa do IBAMA. Para uma empresa com falhas recorrentes, esse acúmulo pode ultrapassar R$ 50 milhões e ameaçar a continuidade do negócio.

Etapas determinísticas, indicadores assistidos por modelo e uma confirmação humana

O agente decompõe a provisão de equipamento em quatorze microdecisões. A maioria é determinística; duas são indicadores assistidos por modelo e uma exige confirmação humana. Cada decisão documenta o passo, a pergunta, o tipo de decisor e a justificativa, com base legal e trilha de auditoria. As decisões determinísticas cobrem a recepção do gatilho e a classificação do evento (admissão, alteração, substituição, teletrabalho, devolução), a definição do perfil com a ergonomia da NR-17 e a cota PCD, a validação da acessibilidade, a verificação de estoque, o EPI com Certificado de Aprovação, a provisão zero-touch por MDM, o tratamento do monitoramento sob a LGPD, o termo de entrega assinado por ICP-Brasil, a coordenação paralela entre as áreas, a sincronização com o eSocial e o rastreamento do ciclo de vida até o descarte. Os indicadores assistidos por modelo cuidam do pedido de compra e da due diligence do fornecedor. A confirmação humana fica com os casos que exigem julgamento.

Verificação contínua contra a regulação e a jurisprudência

O agente confere cada provisão contra a regulação vigente - as NRs do MTE, as Resoluções da ANPD, a lista de prestadores credenciados pelo ITI e as Súmulas do TST. Alguns pontos são determinantes. O EPI da NR-6 exige Certificado de Aprovação do MTE e treinamento de uso (art. 158 da CLT). A ergonomia da NR-17 vale também no home office, onde o empregador responde pelo equipamento, e a Súmula TST 47 atribui responsabilidade objetiva por equipamento defeituoso. A acessibilidade segue a LBI e a tecnologia assistiva. O monitoramento do MDM dá direito à revisão sob a LGPD (art. 22), com RIPD/DPIA e respeito à intimidade. A provisão zero-touch segue a ABNT NBR ISO 27001, e o descarte, a logística reversa da Lei 12.305/2010. Por isso o agente mantém o registro do ciclo de vida, com trilha de auditoria e retenção de cinco anos, pronto para a defesa na Justiça do Trabalho e em ação do MPT.

Casos especiais: teletrabalho, equipamento adaptativo e monitoramento

Há situações que fogem ao fluxo padrão. No teletrabalho (arts. 75-A e 75-B da CLT e Lei 14.442/2022), o empregador responde pelo equipamento ergonômico e pelo reembolso de despesas, com acordo escrito, e a verificação da ergonomia em casa exige visita da SST ou foto do posto de trabalho. O equipamento adaptativo de PCD, sob a LBI, vai do leitor de tela ao teclado em braile e ao tradutor de libras. Um EPI sem Certificado de Aprovação do MTE faz o agente bloquear a provisão e escalar à SST. O monitoramento do MDM - telemetria, localização, apagamento remoto - esbarra na LGPD e na proteção da intimidade, e vai ao Jurídico quando invade a vida pessoal. Em acidente com equipamento defeituoso, a Súmula TST 47 atribui responsabilidade objetiva ao empregador. E o descarte ao fim do ciclo de vida segue a logística reversa da Lei 12.305/2010.

Integração com o ecossistema brasileiro

O agente conecta-se via API às principais plataformas usadas no Brasil. Em HCM e onboarding, líderes como TOTVS e Senior cobrem grande parte do mercado, ao lado de SAP SuccessFactors, Workday e Oracle nas grandes empresas e de Apdata e Sólides nas de porte médio. Para a provisão zero-touch e a gestão de dispositivos, integra-se aos principais MDM, como Microsoft Intune, Jamf e VMware Workspace ONE, e a sistemas de IT Asset Management, como Lansweeper e Snipe-IT, para o ciclo de vida e o inventário. A assinatura eletrônica via ICP-Brasil vem de plataformas como ClickSign, ZapSign e Autentique. Para a saúde ocupacional, conecta-se a sistemas de SST que cobrem EPI, PCMSO e ergonomia. E a transmissão ao eSocial passa por gateways como Synchro, Glik e eSocial-Connector, com trilha de auditoria.

Tabela de microdecisões

Quem decide neste agente?

14 passos de decisão, divididos por decisor

86%(12/14)
Motor de regras
determinístico
7%(1/14)
Agente IA
baseado em modelo com confiança
7%(1/14)
Humano
atribuição explícita
Humano
Motor de regras
Agente IA
Cada linha é uma decisão. Expanda para ver o registro de decisão e se pode ser contestada.
Receber o gatilho de provisão e classificar o evento no ciclo de vida O gatilho é uma admissão nova (S-2200), uma alteração ou transferência (S-2206), uma substituição por avaria, perda ou roubo, um upgrade tecnológico, um caso de teletrabalho (art. 75-A da CLT e Lei 14.442/2022) ou uma devolução no desligamento (S-2299)? Motor de regras Auditor

Classificação determinística do gatilho conforme o tipo de evento do eSocial e o sistema de RH de origem, com trilha de auditoria. O teletrabalho segue o art. 75-A da CLT e a Lei 14.442/2022.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Auditor

Definir o perfil de equipamento, com a ergonomia da NR-17 e os ajustes de PCD Qual é o perfil de equipamento aplicável - notebook, monitor, periféricos e cadeira ergonômica - conforme a função, o nível e a localidade, com a ergonomia da NR-17 e, para PCD, os ajustes adaptativos exigidos pela LBI (Lei 13.146/2015) e a cota do art. 93 da Lei 8.213/91? Motor de regras Auditor

Seleção determinística do perfil conforme função, nível e localidade, com a ergonomia exigida pela NR-17 (mobiliário regulável, monitor na altura, apoio para os pés). Para PCD, inclui os ajustes razoáveis da LBI, como leitor de tela, teclado adaptado e tradutor de libras.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Auditor

Validar a acessibilidade do equipamento e os ajustes razoáveis (LBI) O equipamento provisionado está acessível para PCD, com os ajustes razoáveis da LBI (Lei 13.146/2015) e a tecnologia assistiva - leitor de tela, alto contraste, teclado e mouse adaptados, tradutor de libras -, em linha com a cota PCD do art. 93 da Lei 8.213/91? Motor de regras Auditor

Verificação determinística da acessibilidade do equipamento para PCD, segundo os arts. 53 a 62 da LBI e a tecnologia assistiva (leitor de tela, alto contraste, teclado e mouse adaptados). O agente bloqueia a provisão de equipamento inacessível e a escala para tratamento de acessibilidade.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Auditor

Verificar a disponibilidade em estoque e as alternativas compatíveis O equipamento do perfil está em estoque no IT Asset Management (Lansweeper, Snipe-IT, ServiceNow ITAM) ou exige pedido de compra, com alternativas compatíveis na mesma especificação técnica, ergonomia (NR-17) e acessibilidade (LBI)? Motor de regras Fornecedor

Verificação determinística, em tempo real, contra o estoque do IT Asset Management, com busca de alternativas compatíveis na mesma especificação técnica, ergonomia e acessibilidade. O agente reserva o equipamento quando disponível, sugere alternativa quando não, e escala a um humano quando nenhuma regra resolve.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Fornecedor

Gerar o pedido de compra, com due diligence do fornecedor e Programa de Integridade O pedido de compra é gerado com a due diligence do fornecedor (Lei 12.846/2013 e Decreto 11.129/2022) e por critérios objetivos - preço, prazo, ergonomia (NR-17), acessibilidade (LBI), homologação ANATEL e logística reversa do IBAMA? Agente IA

Geração assistida por modelo do pedido de compra, com comparação de fornecedores e due diligence sob a Lei 12.846/2013 e o Decreto 11.129/2022, por critérios objetivos como preço, prazo, ergonomia e acessibilidade. O modelo apenas indica; há validação humana acima de um valor ou para fornecedor novo.

Registro de decisão

Versão do modelo e pontuação de confiança
Dados de entrada e resultado da classificação
Justificativa da decisão (explicabilidade)
Trilha de auditoria com rastreabilidade completa

Contestável: Sim - totalmente documentado, revisável por humanos, objeção por processo formal.

Contestável por:

Validar o EPI (NR-6), o Certificado de Aprovação do MTE e o treinamento O equipamento tratado como EPI tem Certificado de Aprovação do MTE conforme a NR-6, com o treinamento de uso exigido pela CLT e o termo de entrega assinado por ICP-Brasil na trilha de auditoria? Motor de regras Auditor

Verificação determinística do EPI conforme a NR-6: o Certificado de Aprovação (CA) do MTE é obrigatório, e o art. 158 da CLT exige o treinamento de uso. O agente bloqueia a provisão de EPI sem CA, com termo de responsabilidade assinado por ICP-Brasil e retenção de cinco anos.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Auditor

Validar a ergonomia do posto de trabalho (NR-17), inclusive no teletrabalho O posto de trabalho - mobiliário regulável, monitor na altura, periféricos adaptados, apoios - está conforme a NR-17? No teletrabalho (art. 75-A da CLT e Lei 14.442/2022), o empregador responde pelo equipamento ergonômico, com reembolso de despesas e acordo escrito assinado por ICP-Brasil? Motor de regras Auditor

Verificação determinística da ergonomia do posto de trabalho conforme a NR-17 - mobiliário regulável, monitor na altura, apoios. No teletrabalho (art. 75-A da CLT e Lei 14.442/2022), o empregador responde pelo equipamento ergonômico, com reembolso de despesas e acordo escrito. O agente bloqueia a provisão inadequada e a escala à SST.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Auditor

Executar a provisão zero-touch por MDM, com cibersegurança A provisão zero-touch é feita por MDM (Microsoft Intune, Apple DEP, Jamf, VMware Workspace ONE) com cibersegurança - criptografia, autenticação em vários fatores e política de segurança -, em conformidade com a ABNT NBR ISO 27001 e a LGPD? Motor de regras Fornecedor

Execução determinística da provisão zero-touch via MDM, como Microsoft Intune, Apple DEP e Jamf, com cibersegurança - criptografia, autenticação em vários fatores e política de segurança. Segue a ABNT NBR ISO 27001 e a LGPD, com RIPD/DPIA e consulta ao Encarregado/DPO.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Fornecedor

Validar o monitoramento do MDM (art. 22 da LGPD) e a privacidade da vida pessoal O monitoramento do MDM - telemetria, localização, apagamento e bloqueio remotos - respeita o direito à revisão do art. 22 da LGPD e os princípios de finalidade e necessidade do art. 6, além da intimidade protegida pela Constituição e pelo Marco Civil, com RIPD e consulta ao DPO? Motor de regras

Verificação determinística do monitoramento do MDM sob a LGPD: o art. 22 dá direito à revisão por pessoa natural, e o art. 6 exige finalidade, necessidade e transparência. O Marco Civil e a Constituição protegem a intimidade e o sigilo. O agente bloqueia o monitoramento que invada a vida pessoal e o escala ao DPO e ao Jurídico.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por:

Gerar o termo de entrega do equipamento, assinado por ICP-Brasil O termo de entrega, o termo de responsabilidade e o acordo de teletrabalho são gerados e assinados eletronicamente com validade ICP-Brasil (MP 2.200-2 e Lei 14.063/2020), por plataformas como ClickSign, ZapSign e Autentique? Motor de regras Auditor

Geração determinística do termo de entrega, do termo de responsabilidade e do acordo de teletrabalho, com assinatura eletrônica ICP-Brasil (Lei 14.063/2020) - avançada para a entrega do equipamento, qualificada para os acordos. Mantém trilha de auditoria completa e retenção de cinco anos.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Auditor

Coordenar em paralelo TI, Compras, Facilities e SST por chamado As requisições paralelas estão coordenadas por sistema de chamados (ServiceNow, Freshservice, TOTVS) - TI provisiona o MDM e as contas, Compras faz o pedido, Facilities prepara o crachá e o posto de trabalho (NR-17) e a SST cuida do EPI (NR-6) e do exame médico admissional (NR-7)? Motor de regras Fornecedor

Coordenação paralela determinística por sistema de chamados (ServiceNow, Freshservice, TOTVS) entre TI, Compras, Facilities e SST - da provisão do MDM ao crachá, ao posto de trabalho e ao exame médico admissional. O agente substitui a cadeia de e-mails sequencial por um roteamento simultâneo.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Fornecedor

Sincronizar os eventos de equipamento com o eSocial (S-2200, S-2240, S-2206) Os eventos de equipamento estão sincronizados com o eSocial - o S-2200 de admissão (com EPI da NR-6), o S-2240 de condições ambientais (NR-1 e NR-7) e o S-2206 de alteração - e com a Receita Federal e o INSS? Motor de regras Fornecedor

Sincronização determinística dos eventos de equipamento com o eSocial - o S-2200 de admissão, o S-2240 de condições ambientais (NR-1 e NR-7) e o S-2299 de devolução no desligamento -, com trilha de auditoria e retenção de cinco anos.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Fornecedor

Rastrear o ciclo de vida do equipamento até o descarte (logística reversa do IBAMA) O ciclo de vida do equipamento - da provisão à manutenção, ao upgrade e à devolução - é rastreado pelo IT Asset Management, com o descarte conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e a logística reversa do fabricante? Motor de regras Auditor

Rastreamento determinístico do ciclo de vida do equipamento pelo IT Asset Management - da provisão à manutenção, ao upgrade e à devolução. O descarte segue a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e a logística reversa do fabricante, com trilha de auditoria e retenção de cinco anos.

Registro de decisão

ID da regra e número da versão
Dados de entrada que acionaram a regra
Resultado do cálculo e fórmula aplicada

Contestável: Sim - aplicação da regra verificável. Objeção possível por dados incorretos ou versão de regra errada.

Contestável por: Auditor

Escalar ao RH, ao DPO, à SST e ao Jurídico os casos que exigem julgamento Quais casos que exigem julgamento - equipamento adaptativo de PCD indisponível, ergonomia inadequada, EPI sem Certificado de Aprovação, monitoramento que invade a privacidade, acidente com equipamento defeituoso ou denúncia de distribuição discriminatória - devem ser escalados ao RH, ao DPO, à SST, ao Jurídico e à comissão da CIPA? Humano

Decisão humana obrigatória nos casos que exigem avaliação especializada: equipamento adaptativo de PCD indisponível, ergonomia inadequada, EPI sem CA do MTE, monitoramento que invade a privacidade e acidente com equipamento defeituoso - em que a Súmula TST 47 prevê responsabilidade objetiva do empregador. Esses casos vão ao RH, ao DPO, à SST e ao Jurídico.

Registro de decisão

ID do decisor e função
Justificativa da decisão
Carimbo de data/hora e contexto

Contestável: Sim - através do superior, sindicato ou processo formal de objeção.

Contestável por:

Registro de decisão e direito de contestação

Cada decisão que este agente toma ou prepara é documentada em um registro de decisão completo. Os funcionários afetados podem revisar, compreender e contestar cada decisão individual.

Qual regra em qual versão foi aplicada?
Em quais dados a decisão foi baseada?
Quem (humano, motor de regras ou IA) decidiu - e por quê?
Como a pessoa afetada pode registrar uma objeção?
Como o Decision Layer implementa isso arquitetonicamente →

Este agente se encaixa no seu processo?

Analisamos seu processo específico e mostramos como este agente se integra à sua paisagem de sistemas. 30 minutos, sem preparação necessária.

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Notas de governança

EU AI Act: Risco baixo
O Equipment Provisioning Agent não é um sistema de IA de alto risco sob o PL 2338/2023: coordena a logística de equipamento sem decidir sobre pessoas de forma automatizada. As exigências vêm da segurança do trabalho, da proteção de dados e da acessibilidade. A CLT obriga o empregador a cumprir as NRs e a fazer o exame médico admissional (arts. 157 e 168). A NR-6 exige Certificado de Aprovação do MTE para o EPI, e a NR-17 fixa a ergonomia do posto de trabalho. A LGPD trata como sensíveis os dados de saúde e a biometria de autenticação (art. 11), dá direito à revisão das decisões automatizadas do MDM (art. 22) e exige RIPD/DPIA. A assinatura eletrônica via ICP-Brasil (Lei 14.063/2020) garante os termos de entrega e os acordos de teletrabalho. A LBI (Lei 13.146/2015) obriga o equipamento adaptativo e respeita a cota PCD, e a Lei 13.467/2017 responsabiliza o empregador pelo equipamento no home office. O descarte segue a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010). A independência da avaliação externa é preservada: o agente coordena a logística sem influir no juízo de MTE, ANPD, MPT ou Tribunais. A integridade da prova é garantida por assinatura eletrônica, carimbo de tempo e trilha de auditoria, com retenção conforme a prescrição de cinco anos do art. 11 da CLT. As sanções se acumulam entre os órgãos: ANPD limitada a R$ 50 milhões por infração, multa do MTE pela NR-6 e pela NR-17, ação do MPT por equipamento defeituoso e a responsabilidade objetiva do empregador prevista na Súmula TST 47.

Painel de pontuações

Agent Readiness 78-85%
Governance Complexity 18-25%
Economic Impact 51-58%
Lighthouse Effect 31-38%
Implementation Complexity 31-38%
Volume de transações Semanal

Pré-requisitos

  • Sistema HRIS TOTVS RM + Datasul + Senior + SAP SuccessFactors Brasil + Workday HCM Brasil + Oracle HCM Cloud Brasil + ADP Brasil + Apdata + Mastermaq + Solides com read access dados empregados + perfil equipamento + ergonomia NR-17 + cota PCD Lei 8.213/91 + integração eSocial S-2200 + S-2206 + S-2240 + S-2299 + Receita Federal Brasil + RAT art. 30 LGPD
  • IT Asset Management Lansweeper + Snipe-IT + Asset Panda + Reftab + Freshservice ITAM + TOTVS ITAM + ServiceNow ITAM com inventário + descoberta + chamado + ciclo vida equipamento + integração MDM + Política Nacional Residuos Sólidos Lei 12.305/2010 logística reversa
  • MDM/UEM Microsoft Intune + Endpoint Manager + Autopilot + Apple DEP + Jamf Pro + VMware Workspace ONE + IBM MaaS360 + Mosyle + Hexnode + Sophos + Ivanti + provisão zero-touch + cibersegurança + ABNT NBR ISO 27001 + LGPD art. 22 + DPIA art. 35 + DPO Encarregado consultation art. 38 + 41
  • Sistema autenticação multi-fator + assinatura eletrônica avançada/qualificada ICP-Brasil MP 2.200-2 + Lei 14.063/2020 + ITI + ClickSign + ZapSign + Autentique + D4Sign + Vault Compleo + Decreto 10.543/2020 + termo entrega + termo responsabilidade + acordo teletrabalho + termo devolução
  • DPIA art. 35 LGPD + ANPD Resolução 4/2023 para MDM monitoring + dados sensíveis art. 11 LGPD + biometria autenticação + saúde empregado equipamento adaptativo + RAT art. 30 + acesso jerarquizado + audit-trail + DPO Encarregado consultation art. 38 + 41 + ANPD Plano Estratégico 2024-2027
  • Acessibilidade equipamento PCD + LBI Lei 13.146/2015 art. 53-62 + CDPD Decreto 6.949/2009 + cota PCD Lei 8.213/91 art. 93 + Lei 12.764/2012 autismo + ajustes razoáveis equipamento adaptativo (leitor tela + alto contraste + teclado adaptado + mouse adaptado + headset compatibilidade implante coclear + tradutor LIBRAS) + Decreto 9.296/2018 + plano nacional acessibilidade equipamento
  • EPI NR-6 + Lei 6.514/77 + Portaria 3.214/78 + certificado aprovação CA-MTE + treinamento utilização + ergonomia NR-17 (postos trabalho + mobiliário regulável + monitor altura + teclado mouse adaptados + iluminação + cadeira regulável + apoio pes + apoio punhos) + cross-reference SST + Conexa Saúde + Lobo Saúde Ocupacional + Onsafety
  • Programa Integridade Decreto 11.129/2022 16 parametros + Lei 12.846/2013 Anticorrupcao + due diligence fornecedores equipamento + ABNT NBR ISO 37301 Compliance + ABNT NBR ISO 27001 InfoSec + ABNT NBR ISO 27701 Privacy + ABNT NBR ISO 14001 Ambiental + CGU Avaliação Programa Integridade

O que esta avaliação contém: 9 slides para sua equipe de liderança

Personalizada com seus dados. Gerada em 2 minutos no navegador. Sem upload, sem login.

  1. 1

    Capa - Nome do processo, pontos de decisão, potencial de automação

  2. 2

    Resumo executivo - FTE liberados, custo por transação, data de retorno

  3. 3

    Situação atual - Volume de transações, custos de erro, cenário de crescimento

  4. 4

    Arquitetura de solução - Humano - motor de regras - agente IA

  5. 5

    Governança - EU AI Act, SPED/NF-e, trilha de auditoria

  6. 6

    Análise de riscos - 5 riscos com probabilidade e impacto

  7. 7

    Roteiro - Plano de 3 fases com datas concretas

  8. 8

    Caso de negócio - Comparação de 3 cenários mais matriz de sensibilidade

  9. 9

    Proposta de discussão - Próximos passos concretos

Inclui: comparação de 3 cenários

Não fazer nada vs. nova contratação vs. automação - com seu nível salarial, sua taxa de erro e seu plano de crescimento.

Mostrar metodologia de cálculo

Hourly rate: Annual salary (your input) × 1.3 employer burden ÷ 1,720 annual work hours

Savings: Transactions × 12 × automation rate × minutes/transaction × hourly rate × economic factor

Quality ROI: Error reduction × transactions × 12 × EUR 260/error (APQC Open Standards Benchmarking)

FTE: Saved hours ÷ 1,720 annual work hours

Break-Even: Benchmark investment ÷ monthly combined savings (efficiency + quality)

New hire: Annual salary × 1.3 + EUR 12,000 recruiting per FTE

Todos os dados permanecem no seu navegador. Nada é transmitido a servidores.

Agente Provisão Equipamento

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Agentes relacionados

Agente Treinamentos Compliance HR

Cada treinamento obrigatório é atribuído por regra determinística, rastreado até a conclusão e transmitido ao eSocial - com a prova pronta para CGU, MTE e ANPD, em vez de uma planilha reativa.

W K
Readiness: 76-83%
Economic: 54-61%
Governance: 24-31%
Microdecisões: 13
Semanal

Onboarding Workflow Agent

Do contrato assinado ao colaborador produtivo - mais de 50 tarefas, zero bolas perdidas.

W
Readiness: 74-81%
Economic: 68-75%
Governance: 28-35%
Microdecisões: 14
Semanal

Agente Gestão Contrato Experiência

Cálculo determinístico dos prazos do contrato de experiência, com marcos de avaliação, coleta estruturada de feedback e escalonamento do prazo crítico para a decisão de efetivação, conforme a CLT art. 443, 445 e 480-482 - uma esteira no lugar da planilha esquecida no dia 88, sob a governança do Departamento Pessoal, do Compliance, do Encarregado (DPO) e dos sindicatos.

W D
Readiness: 71-78%
Economic: 44-51%
Governance: 38-45%
Microdecisões: 15
Mensal

Perguntas frequentes

Como funciona a provisão zero-touch por MDM (Microsoft Intune, Apple DEP, Jamf)?

Na provisão zero-touch, o notebook chega configurado direto do fabricante para o colaborador, gerenciado por MDM como Microsoft Intune, Apple DEP, Jamf ou VMware Workspace ONE. A cibersegurança vem por padrão - criptografia de disco, autenticação em vários fatores e política de segurança -, em conformidade com a ABNT NBR ISO 27001 e a LGPD, com RIPD obrigatório e consulta ao Encarregado/DPO. O ponto sensível é o monitoramento do MDM (telemetria, localização, apagamento e bloqueio remotos): ele dá direito à revisão pelo art. 22 da LGPD e precisa respeitar a finalidade e a necessidade do art. 6 e a intimidade protegida pela Constituição e pelo Marco Civil, com trilha de auditoria e retenção de 5 anos. A assinatura eletrônica cruza com o Employee-Self-Service-Agent (Cluster #32) e o monitoramento com o Compliance-Monitoring-Agent (Cluster #27).

Como funciona a ergonomia da NR-17 no posto de trabalho e no teletrabalho?

A NR-17 obriga o empregador a oferecer um posto de trabalho ergonômico: mobiliário regulável, monitor na altura dos olhos, periféricos adaptados e iluminação adequada. A Reforma Trabalhista (arts. 75-A e 75-B da CLT) e a Lei 14.442/2022 estendem essa responsabilidade ao home office - o empregador responde pelo equipamento ergonômico, com reembolso de despesas e acordo escrito assinado por ICP-Brasil. A Súmula TST 47 atribui responsabilidade objetiva ao empregador por equipamento defeituoso, e o plano de ação 2024-2026 do MTE prioriza a ergonomia no teletrabalho. O descumprimento gera multa do MTE, dobrada em reincidência, mais a indenização em caso de acidente. A saúde ocupacional cruza com sistemas de SST como Conexa Saúde, Lobo e SOC.

Como funciona o equipamento adaptativo para PCD (LBI, cota da Lei 8.213/91)?

A LBI (Lei 13.146/2015), nos arts. 53 a 62, obriga a acessibilidade do equipamento para PCD, e a cota do art. 93 da Lei 8.213/91 exige de 2% a 5% de vagas para PCD nas empresas com mais de 100 funcionários. Os ajustes razoáveis vão do leitor de tela (JAWS, NVDA, VoiceOver) e do alto contraste ao teclado em braile, ao mouse adaptado, ao headset compatível com implante coclear e ao tradutor de libras (VLibras, HandTalk), com o software em conformidade WCAG 2.1 AA. O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência 2024-2026 prioriza a tecnologia assistiva no trabalho, e a inacessibilidade gera multa do MTE e do Ministério da Inclusão. A formação em acessibilidade cruza com o Compliance-Training-Agent (Cluster #28).

Como funciona o EPI da NR-6, com o Certificado de Aprovação e o termo de responsabilidade?

A NR-6 trata como EPI o equipamento de uso prolongado que pode gerar risco à saúde, como LER/DORT - caso de notebook, monitor, teclado e cadeira. A CLT obriga o empregador a fornecê-lo (art. 157) e o empregado a usá-lo (art. 158), com o Certificado de Aprovação do MTE obrigatório e o treinamento de uso. A entrega tem termo de responsabilidade assinado por ICP-Brasil, na trilha de auditoria, com retenção de 5 anos. O descumprimento gera multa do MTE, dobrada em reincidência, e a Súmula TST 47 atribui responsabilidade objetiva ao empregador por equipamento defeituoso, com a indenização por acidente. A formação sobre EPI cruza com o Compliance-Training-Agent (Cluster #28).

Quais são as sanções por descumprimento na provisão de equipamento?

O risco não vem de um único órgão, mas da soma deles. A ANPD pode aplicar até 2% do faturamento, limitado a R$ 50 milhões por infração, pelo monitoramento do MDM sem RIPD/DPIA, pela decisão automatizada sem direito à revisão ou pelo tratamento de dados sensíveis. O MTE autua por infrações às NRs - EPI e ergonomia -, com a multa dobrada em reincidência. O MPT pode mover ação civil pública por equipamento defeituoso, e a LBI prevê multa pela inacessibilidade. A CGU, sob a Lei 12.846/2013, pode chegar a 20% do faturamento e à suspensão das atividades. Em acidente com equipamento defeituoso, a Súmula TST 47 atribui responsabilidade objetiva ao empregador, e o descarte irregular gera multa do IBAMA. Para uma empresa com falhas recorrentes, esse acúmulo pode ultrapassar R$ 50 milhões.

Como funciona a sincronização com o eSocial (S-2200, S-2240, S-2299) no ciclo do equipamento?

O equipamento percorre vários eventos do eSocial: o S-2200 de admissão registra as ferramentas de trabalho e o EPI da NR-6; o S-2206 cobre a alteração; o S-2240 trata das condições ambientais (NR-1, NR-7 e NR-9, com os agentes nocivos); e o S-2299 registra a devolução no desligamento. Tudo passa pela Receita Federal e pelo INSS, com trilha de auditoria completa, retenção de 5 anos e consulta ao Encarregado/DPO. O atraso na transmissão custa de R$ 800 a R$ 2.500 por evento. O fluxo cruza com os agentes de Onboarding, Offboarding e Transferência e com o Employee-Data-Management-Agent (Cluster #30).

Como se diferencia o Equipment Provisioning Agent do Employee Self-Service Agent?

Os dois agentes atuam em RH, mas com focos diferentes. O Equipment Provisioning Agent (este) cuida da provisão do equipamento de TI no onboarding - notebook, monitor, periféricos e cadeira ergonômica -, com a ergonomia da NR-17, o EPI da NR-6, os ajustes de PCD da LBI, o MDM (Intune, Apple DEP, Jamf), o rastreamento do ciclo de vida e o descarte pela logística reversa do IBAMA. O Employee Self-Service Agent cuida do portal de autoatendimento - holerite, férias, atestado, transparência salarial da Lei 14.611/2023 e canal de denúncia. Eles se alimentam mutuamente: a provisão informa o equipamento atribuído como atributo do colaborador para consulta no autoatendimento, e o autoatendimento devolve as solicitações de mudança de endereço ou de função como gatilho de substituição de equipamento. Ambos se apoiam na LGPD, na assinatura ICP-Brasil e nos planos da ANPD e do MTE.

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